sábado, 14 de setembro de 2019

HISTORY estreia série sobre óvnis com produção executiva do roqueiro Tom DeLonge

Por Guta Cundari -13 de setembro de 2019


Ex-vocalista da banda de rock Blink 182, Tom DeLonge é cofundador e presidente da Tom The Stars Academy of Arts & Science e, agora, produtor executivo da nova série do HISTORY, que estreia no dia 21 de setembro. Óvnis: Investigação Secreta (Unidentified: Inside America’s UFO Investigation) expõe as novas evidências sobre avistamentos de óvnis e fenômenos relacionados, descobertas por meio de um programa sigiloso do governo dos EUA.

Em seis episódios, a série traz imagens exclusivas, entrevistas com testemunhas oculares e ex-agentes militares, e avanços importantes sobre o conhecimento da tecnologia por trás desses intrigantes fenômenos. Luis Elizondo, ex-agente especial e diretor do programa secreto Advanced Aerospace Threat Identification Program (AATIP), conversa com Tom DeLonge e expõe as evidências e descobertas, como um alerta para o perigo que os óvnis podem representar para a segurança mundial.

Óvnis: Investigação Secreta apresenta uma sequência de encontros surpreendentes e novas investigações fascinantes, que vão instigar os telespectadores a fazerem perguntas e procurarem respostas.

“Eu sou grato ao HISTORY por oferecer ao time de especialistas, cientistas e engenheiros da To The Stars Academy a oportunidade de contar essa história de forma abrangente e convincente. E certamente os telespectadores terminarão a série com muitas questões esclarecidas”, diz DeLonge.

No episódio de estreia, Revelações privilegiadas, Tom DeLonge e o especialista Luis Elizondo se reúnem para revelar tudo o que o governo dos EUA sabe sobre óvnis. Pilotos de combate contam detalhes sobre os óvnis capturados em vídeo no ano de 2004. Além disso, Luis apresenta cinco impressionantes habilidades destas estranhas naves.

Fonte: https://estacaogeek.com.br

Governo dos EUA 'monitora silenciosamente OVNIs semelhantes a serpentes' vistos em todo o país

EXCLUSIVO: Um ex-detetive de polícia acredita que o governo dos EUA está ciente dos objetos misteriosos que apareceram em vários estados diferentes

O governo dos EUA provavelmente está ciente dos OVNIs semelhantes a serpentes que foram vistos em todo o país e os estão monitorando, revelou um ex-detetive da polícia.

Nos últimos meses, pessoas de todas as partes dos EUA alegaram ter capturado objetos bizarros nos céus diante das câmeras, que têm semelhanças com cobras em seus movimentos.

As aparições começaram em junho, quando um YouTuber popular ficou chocado ao descobrir uma luz brilhante acima do deserto de Mojave, na Califórnia.

Desde então, eles foram vistos durante uma chuva de meteoros no Wyoming , bem como em Nova York se movendo como se estivesse "vivo".

Depois que os avistamentos explodiram, o Daily Star Online perguntou ao caçador de OVNIs Gary Heseltine, detetive Constable, que pensava sobre a misteriosa "nave".


Um OVNI semelhante a uma cobra foi capturado na câmera acima do estado de Nova York (Imagem: BEAM INVESTIGATIONS)


"UFOs em forma de charuto são vistos há décadas", disse ele a este site.

"Ocasionalmente, alguns relatos envolvem objetos do tipo 'cobra'.

"Esses avistamentos podem ser raros e têm sido vistos em todo o mundo de tempos em tempos, principalmente em países da América do Sul como México e Peru."

Gary afirmou que os militares e o governo dos EUA "controlavam o campo de OVNIs em todo o mundo desde os anos 40".


Os OVNIs foram vistos em todo o mundo (Imagem: Pen News)

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Haverá Inteligência Artificial noutros planetas? Revisitando o Paradoxo de Fermi


O Paradoxo de Fermi sob toda uma nova perspetiva.




Por Frederico Francisco em 12/09/2019 

O bem conhecido Paradoxo de Fermi contrasta a ausência de qualquer evidência da existência de civilizações extraterrestres, com a quase impossibilidade probabilística de elas não existirem de facto. Trata-se de uma forma sofisticada de perguntar "onde está toda a gente?” 

Se as leis da Natureza forem as mesmas em todo o Universo não há nenhuma boa razão para acreditar que as condições que levam ao aparecimento de vida e de inteligência apenas ocorreram num local, a Terra. A Equação de Drake permite quantificar estas probabilidades e estimar o número de planetas com civilizações que podem existir numa dada região do universo, digamos a Via Láctea, num dado momento. As estimativas para o número de civilizações que existem na nossa galáxia dão resultados muito díspares que vão de zero a dezenas de milhões. 

Um dos termos na Equação de Drake que é mais difícil de estimar é o intervalo de tempo em que as civilizações são detetáveis. Para uma civilização ser detetável por outra é necessário, no mínimo, que tenha desenvolvido tecnologias de telecomunicações como o rádio ou os lasers, cujas transmissões se propagam à velocidade da luz pelo espaço. Em princípio, a tecnologia que permite a detecção destas transmissões surge em simultâneo com a que permite as próprias emissões. 

A probabilidade de civilizações surgirem em simultâneo em dois planetas nas proximidades um do outro é baixíssima. Seria necessária uma enorme coincidência para que, ao mesmo tempo que os homo sapiens desenvolviam a escrita, houvesse outra civilização no raio de alguns milhares de anos-luz a lançar os seus primeiros astronautas. 

Parece um fosso tecnológico gigante, mas que para a humanidade apenas tomou cerca de 5000 anos, quando as estrelas e planetas têm ciclos de vida de milhares de milhões de anos. Assim, para que várias civilizações existam e sejam detetáveis umas para as outras no mesmo instante de tempo é necessário que a vida inteligente, uma vez surgida, dure vários milhões de anos num estado tecnologicamente avançado. 

Isto é precisamente o que indicam as estimativas feitas com a Equação de Drake. Se o tempo médio de vida de uma civilização tecnologicamente avançada for de apenas alguns séculos ou poucos milênios, então é altamente provável que a humanidade esteja sozinha na galáxia e que milhões de outras civilizações já tenham surgido e desaparecido naquilo que se assemelha a um piscar de olhos na escala de tempo cósmica, sem nunca existirem duas no mesmo instante de tempo. Por outro lado, para que um número grande de civilizações exista em simultâneo na nossa galáxia, é necessário que estas permaneçam detetáveis durante, provavelmente, milhões de anos. Recordemos que a humanidade conta ainda apenas com cerca de 5000 anos de registos históricos e pouco mais de 100 anos a difundir algo que possa ser detetável. 

Também é verdade que, dentro das nossas limitações tecnológicas, a humanidade já leva 50 anos de esforços mais ou menos sistemáticos na procura de inteligência extraterrestre.




Mensagem enviada do radio-telescópio de Arecibo em 1975 para o aglomerado de estrelas M13 a 25000 anos-luz. Se lá houver alguém para a receber e responder, receberemos a reposta dentro de cerca de 50000 anos.

A Inteligência Artificial (IA) têm sido recentemente um assunto da ordem do dia a diversos propósitos, nomeadamente os relacionados com a transformação da economia e o futuro do trabalho. Há também discussões mais futuristas sobre como será a interação das futuras máquinas inteligentes com os humanos. Inúmeros investigadores da área, como o Prof. Arlindo Oliveira do Instituto Superior Técnico, têm abordado inclusivamente a possibilidade de virem a existir máquinas capazes de albergar uma mente humana ou outro tipo de IA sintética virtualmente indistinguível da humana.

Empreendedores de Silicon Valley, como Elon Musk, colocam expectativas tremendas no futuro da IA. Poderá a IA ser o passaporte de humanos individuais para a imortalidade e da humanidade para a eternidade?

São possibilidades bastante radicais e, no mínimo, algo especulativas. Mas deixando, por agora, de lado as reserva e assumindo que este é um futuro possível para a IA, podemos estar perante a chave que permitiria à humanidade libertar-se do seu inconveniente invólucro biológico e explorar o espaço. Sem a necessidade de suporte de vida nem o limite de um tempo de vida humano, as viagens interestelares podem até tornar-se plausíveis. Como é evidente, o mesmo seria verdade para qualquer civilização extraterrestre que desenvolvesse esta tecnologia. Se admitirmos que uma fração significativa das civilizações que surgem no Universo desenvolvem IA e que esta tem as características e possibilidades que agora se apresentam, então quase todas essas civilizações deveriam conseguir subsistir por milhares ou milhões de anos.

Regressemos então ao Paradoxo de Fermi. Se colocarmos em cima da mesa uma probabilidade razoável de uma civilização tecnologicamente avançada desenvolver Inteligência Artificial, pelo menos, tão avançada como aquela que a humanidade espera ter nas próximas décadas, então a galáxia devia estar repleta de máquinas inteligentes que sobreviveriam à extinção das formas de vida que as criaram.

Isto coloca o Paradoxo de Fermi sob toda uma nova perspetiva. Não só ainda não encontramos nenhuma civilização extraterrestre, como também não encontramos nem fomos encontrados por nenhuma espécie de Inteligência Artificial de origem extraterrestre. Assim, somos levados a pensar que a Inteligência Artificial não contém a chave para eternizar a inteligência de base biológica nem para catapultá-la para viagens interestelares nem para a colonização do espaço em larga escala. Podem também existir limites fundamentais ao desenvolvimento da Inteligência Artificial que encontraremos em breve e que nos impedirão de realizar as previsões mais otimistas e entusiásticas que têm sido feitas nos últimos anos.



Telescópio chinês capta sinais misteriosos vindos do espaço profundo



De cerca de três bilhões de anos-luz da Terra estão chegando sinais misteriosos, e os astrônomos chineses que os captaram não conseguem decifrar. As rajadas de rádio, curtas e rápidas (denominadas FRB, sigla em inglês de Fast Radio Bursts), foram captadas pelo gigantesco disco do telescópio chinês FAST (acrônimo de Five-hundred-meter Aperture Spherical Telescope, ou Telescópio Esférico de Abertura de quinhentos metros) no fim de agosto.

Segundo a agência chinesa de astronomia Xinhua, a detecção passou por uma série de checagens e reavaliações que confirmaram a região do espaço de onde os sinais vêm (mas não sua origem). Entre o fim de agosto e início de setembro, mais de uma centena de rajadas foram detectados, o maior número até agora registrado na observação da FRB121102, descoberta pelo observatório Arecibo em 2015, cuja origem é uma galáxia anã, na constelação de Auriga.

O FAST, conhecido como Tianyan, captou a partir de agosto mais de uma centena de FRBs vindos da mesma região do espaço. (Fonte: Xinhua/Divulgação)


Origem na colisão de estrelas com buracos negros

Especialistas da Academia Chinesa de Ciências estão analisando os sinais desconhecidos e cruzando com dados de outros para tentar entender mais de onde eles vêm. Atualmente, acredita-se que os FSBs são criados por certos processos no espaço profundo, e não a partir de qualquer tipo de tecnologia alienígena. Uma hipótese predominante é a de que os FRBs são explosões de rádio resultantes da colisão de estrelas de nêutrons com buracos negros.

Segundo os pesquisadores chineses, a detecção desses sinais misteriosos pode ajudar a explicar a origem e os mecanismos físicos dos FRBs, e o FAST terá um grande papel nessa pesquisa. Construído em cinco anos e a um custo de US$ 200 milhões em uma depressão no sudoeste da China, na província de Guizhou, hoje ele abriga pesquisas de astrônomos de todo o mundo, trabalhando em projetos cobre exoplanetas, ondas gravitacionais e raios cósmicos, entre outros.

Fonte: https://metro.co.uk

terça-feira, 23 de julho de 2019

ROMA - Uma esfera luminosa que sobe em vôo, apenas para perder a noção de si mesma. A observação deste estranho objeto no céu ocorreu nas últimas horas em Roma. E alguém chegou a ponto de falar em "ufo".

Inicialmente, o que você vê no céu parece ser o resultado de uma reflexão: também pode ser um drone, mas o brilho é incomum. No filme, vemos uma espécie de explosão antes que a luz varra completamente a vista.


Para identificar a estranha luz no céu, há uma família que mora em um sótão perto de Villa Chigi, no bairro de Trieste, não muito longe do desvio leste, e era às 20h30 de domingo, no dia 14 de julho: "O que são eles?" Perplexidade que leva o filme, em seguida, terminou também no Youtube sem esses comentários. "Aqui está, está subindo", comenta quem continua a cena. "O que é isso? Desapareceu ".


UFO em Roma? Em janeiro um misterioso avistamento na Via Marcigliana

Um suposto objeto voador não identificado foi visto na Via Marcigliana, nos arredores da capital, mesmo em janeiro passado. Segundo relatos de A.R.I.A (associação de pesquisa alienígena italiana), dois garotos recuperaram as luzes misteriosas. Este é o testemunho de um deles:

"Eu estava na Via della Marcigliana em Roma em 18 de janeiro às 5:30 da manhã, eu estava com um amigo meu em algum momento, vimos esta luz no céu, de baixo, você pode ver três raios de luz azul e um pequeno ponto vermelho ... paramos fizemos 2 videos ... No momento que eu liguei o ar condicionado do carro, o ovni de repente disparou, depois de ter filmado com meu telefone que estava com 15% de bateria.