sábado, 18 de maio de 2013

Ufólogos discutem sobre ETs e fazem vigília no litoral de São Paulo

 

Rafael Motta
Do UOL, em Santos (SP)

Óvni com tamanho estimado em 40 metros de diâmetro é fotografado entre Manaus e Belém, sobre a floresta, pela tripulação de um Boeing da Varig, em 1976; além do registro fotográfico e do depoimento da tripulação, o artefato foi detectado pelo radar de bordo, segundo a revista UFO

Óvni com tamanho estimado em 40 metros de diâmetro é fotografado entre Manaus e Belém, sobre a floresta, pela tripulação de um Boeing da Varig, em 1976; além do registro fotográfico e do depoimento da tripulação, o artefato foi detectado pelo radar de bordo, segundo a revista UFO

Primeira cidade do país a ter um roteiro turístico direcionado ao estudo de óvnis (objetos voadores não identificados), Peruíbe (135 km de São Paulo) receberá um encontro ufológico entre esta sexta-feira (17) e domingo (19). Esta é a nona edição do evento, na qual haverá uma conferência internacional sobre vida extraterrestre e uma vigília, no sábado (18) à noite, à espera de possíveis aparições de discos voadores.

Entre os palestrantes está o norte-americano Donald Schmitt, um dos mais destacados pesquisadores de uma ocorrência que estimulou estudos ufológicos no mundo todo: o "Caso Roswell", segundo o qual uma nave alienígena caiu no Estado do Novo México (Estados Unidos) em 1947. Ainda hoje, Schmitt planeja expedições em busca de evidências físicas do acontecimento.

Outros temas em debate consistirão na análise de contatos com extraterrestres e abduções, evidências sobre UFOs (sigla em inglês para óvnis), intervenções alienígenas na Terra e os objetivos da Nasa (agência espacial norte-americana) em suas pesquisas de campo no planeta Marte.

Em Peruíbe, os encontros ufológicos ocorrem por se tratar de uma cidade onde moradores dizem ter visto naves espaciais, a mais recente delas em agosto de 2008. O ufólogo Ademar José Gevaerd, organizador do encontro e desde 1985 editor da revista especializada "UFO", afirma que os relatos de sobrevoos de óvnis à cidade começaram na década de 1990.

"E, desde 2007, o governo brasileiro detém uma espécie de vanguarda em [considerar a existência de] discos voadores. Em abril deste ano, ufólogos e membros das Forças Armadas abordaram o assunto no Ministério da Defesa, e a Aeronáutica já determinou que casos do tipo sejam registrados e enviados ao Arquivo Nacional para conhecimento público", diz Gevaerd.

O ufólogo, que também preside o CBPDV (Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores), diz lamentar que cientistas "não se infiltrem" na pesquisa de formas de vida fora do planeta. "Estudamos que, à medida que as espécies evoluem, desenvolvem voos espaciais. Nós exploramos 20% do sistema solar, e há [seres] científica e astronauticamente mais evoluídos do que nós".

Até o momento, cerca de 740 pessoas de todo o país se inscreveram para o encontro, de acordo com o departamento de Turismo de Peruíbe. A abertura está marcada para as 20h desta sexta. A vigília ufológica será na praia do Centro, perto do Aquário Municipal, das 21h à meia-noite de sábado.

Crédito imagem: Revista UFO

Fonte: http://noticias.uol.com.br

domingo, 21 de abril de 2013

Ministério da Defesa e ufólogos abrem canal para troca de informações sobre óvnis

“Foi uma reunião super-histórica e inédita, não só no Brasil como em todo o mundo. Nunca um Ministério da Defesa recebeu ufólogos para debater o tema”, disse à Agência Brasil o editor da revista UFO, Ademar José Gevaerd

Foto

Brasília – Motivado pelo grande número de pedidos sobre arquivos envolvendo óvnis –objetos voadores não identificados - apresentados com base na Lei de Acesso à Informação, o Ministério da Defesa abriu ontem (18) o primeiro canal de comunicação com estudiosos sobre o assunto, chamados ufólogos, em reunião ocorrida na capital federal.

“Foi uma reunião super-histórica e inédita, não só no Brasil como em todo o mundo. Nunca um Ministério da Defesa recebeu ufólogos para debater o tema”, disse à Agência Brasil o editor da revista UFO, Ademar José Gevaerd.

Segundo o coronel da Aeronáutica Alexandre Emílio Spengler, responsável pelo Serviço de Informações ao Cidadão do Ministério da Defesa, o tema é, disparado, o mais buscado entre os cidadãos que fazem uso da Lei de Acesso à Informação para pedidos dirigidos à área militar, o que acabou dando mais relevância à abertura de diálogo entre governo e estudiosos.

“Até o momento foram 107 pedidos. Só para a Força Aérea foram feitas 65 solicitações. Em segundo lugar, com apenas 27 pedidos, estão as informações sobre remuneração de militares”, informou à Agência Brasil o coronel.

Os ufólogos ficaram otimistas com a recepção. “As autoridades deixaram claro que o ministro [da Defesa] Celso Amorim respeita a ufologia e o trabalho dos ufólogos, e que vão levar adiante a ideia de estabelecer, com a Comissão Brasileira de Ufólogos, um canal de comunicação para alcançarmos, sem obstáculos ou desvios, as três Forças Armadas, sempre que precisarmos de informações sobre o assunto”, disse Gevaerd.

Os entendimentos iniciados com o governo brasileiro serão divulgados mundialmente pelos estudiosos brasileiros. “Isso será informado a ufólogos de todo o mundo na semana que vem, quando participaremos do Congresso Mundial de Ufologia em Washington. Sem dúvidas, todos os holofotes estarão sobre o Brasil”, acrescentou.

De acordo com o Ministério da Defesa, dos 107 pedidos de informação relacionados a óvnis, 26 foram deferidos e resultaram na entrega de algum tipo de documento ao solicitante. Os demais foram negados.

“Todos os [pedidos] negados, até o momento, foram por não termos a informação ou por ela ainda estar sob sigilo”, explicou Spengler. Segundo ele, há a possibilidade de o sigilo estar justificado pelo fato de envolver “assuntos relacionados à segurança nacional”. Alguns deles, classificados como secretos ou ultrassecretos.

O Comando da Aeronáutica já entregou os documentos não classificados relativos a óvnis ao Arquivo Nacional, por determinação de uma portaria. Há, segundo a Defesa, alguns documentos do Exército que não foram entregues porque foram extraviados.

“O Exército já admitiu que parte dos documentos pode ter sido destruída, o que de fato era permitido por um decreto de 1977 [Decreto 79.099], que permitia a destruição de documentos sigilosos, bem como de eventuais termos pedindo a destruição”, informou Spengler. Segundo ele, não há estimativas sobre o número de documentos destruídos sob respaldo do decreto.

Entre os documentos mais solicitados pelos ufólogos, mas ainda sem resposta, está o da Operação Prato, ocorrida no município de Colares (PA), na década de 70, em que militares da Aeronáutica fizeram uma operação tendo por base relatos de cidadão da região sobre avistamentos de objetos luminosos. Segundo os ufólogos, durante o episódio, médicos atenderam diversas vítimas de queimaduras causadas pelos óvnis.

A expectativa é que, a partir do próximo 1º de junho e no máximo até a mesma data do ano que vem, após seguir os trâmites legais, as autoridades comecem a divulgar informações sobre casos como este.

Em nota divulgada pelo Ministério da Defesa, o secretário de Coordenação e Organização Institucional do Ministério, Ari Matos, disse que as informações que ainda não se tornaram públicas são exceções, e que a regra geral é "disponibilizar todos os documentos". Segundo ele, alguns casos ainda têm que obedecer ao prazo legal, "mas isso é uma questão que em breve será solucionada".

Fonte: Pedro Peduzzi, Agência Brasil

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

UFO destrói meteoro na Rússia?

Este vídeo foi postado no dia 17/02/2013 por Max Maximus no youtube, mostrando um objeto indo em direção ao meteoro, e causando uma explosão. O vídeo foi ampliado, e com a utilização de filtros, ficou mais perceptível o impacto que ele (o objeto) causou.

Vídeo ampliado!

Analisem e tirem suas próprias conclusões!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

"Ufologia é ciência pura", diz pesquisador de casos no Brasil

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"Os discos ingleses são sinais provocativos à nossa inteligência", disse o ufólogo Ademar José Gevaerd
Foto: Bruno Santos / Terra

A palestra que encerrou a programação do palco Galileu da Campus Party Brasil desse ano foi sobre agroglifos, os desenhos atribuídos a extraterrestres em campos de plantações de grãos. Também chamados de círculos ingleses, em referência ao país onde foram inicialmente observados, os fenômenos vem sendo registrados no Brasil desde 2008, explicou o ufólogo e jornalista Ademar José Gevaerd.

"Ufologia é ciência pura, do começo ao fim", afirmou aos campuseiros, reclamando do tratamento "preconceituoso" que o tema recebe da comunidade científica. Segundo o pesquisador de OVNIs, a presença na Campus Party Brasil é importante para que o campo da ufologia "seja visto pela área da ciência". "Há uma metodologia de pesquisa, que emprega conceitos científicos de várias áreas e apresenta resultados através de laudos", descreveu.

Gevaerd mostrou a história dos agroglifos, desde o fim da década de 1970, quando foram descobertos os primeiros, e também citou os detalhes que caracterizam as formações. "O fenômeno é um dos mais contundentes sobre a presença de outras inteligências. Os discos ingleses são sinais provocativos à nossa inteligência", disse, reforçando que o momento é de tentar entender "o que significam, por quem são feitos e por quê essas formas de vida se preocupam em mandar essas mensagens".

O monumento de pedras de Stonehenge foi o primeiro cenário de aparecimento dos sinais extraterrestes, com círculos simples. Os desenhos foram ficando mais complexos nos anos 80 e 90, quando começaram a aparecer fora da Inglaterra, mas ainda apenas em países do hemisfério norte. Gevaerd trabalha com o número de 10 mil desenhos, mas cita pesquisadores que atingiram a casa dos 30 mil.

O ufólogo explicou que os desenhos aparecem no verão, quando os grãos são cultivados, e que a forma como as plantas são dobradas é característica. Os ângulos são sempre idênticos, e as plantas continuam vivas mesmo após os agroglifos, descreveu. Além disso, os ramos intocados continuam em perfeito estado e não há marcas de pneus de carros ou plantas amassadas aleatoriamente - o que indicaria passagem de pessoas. "Mesmo um pesquisador iniciante é capaz de perceber as diferenças entre uma fraude e um fenômeno real", resumiu.

Outra característica é a visão de luzes no céu na mesma noite ou em noites anteriores, relatada por testemunhas. Além disso, os desenhos aparecerem em locais com sítios arqueológicos, seja já conhecidos, seja por conhecer. "Há casos em que se encontrou sítios justamente porque se começou a buscá-los após o aparecimento dos círculos ingleses", apontou.

No Brasil também
Os primeiros sinais extraterrestes em plantações brasileiras surgiram em 2008, em Ipuaçu (SC), a 520 quilômetros de Florianópolis. Segundo Gevaerd, ainda não se sabe sobre a presença de um sítio arqueológico no local, que tem sido palco do fenômeno ano após ano, porque ainda não há estudos. Mas já se observou, segundo o pesquisador, a complexificação dos desenhos, que iniciaram com um círculo circunscrito a um anel, há quatro anos, e em outubro passado já eram compostos de duas figuras interligadas compostas de 35 formas geométricas. No mundo, desde 2000 se registra imagens com efeito 3D.

O pesquisador esteve em Santa Catarina fazendo medições segundo a metodologia ufológica, e relatou aos campuseiros um teste feito com celulares em 2008 e 2009, quando a região do oeste catarinense ainda não tinha sinal de nenhuma das quatro operadores. Dentro dos sinais, os pesquisadores conseguiram fazer ligações. "Em 2009 eu mesmo consegui isso, com um iPhone 3GS", relatou.

"Em 1997 eu fui o primeiro e entrar em um agroglifo, e é uma experiência bem interessante, que não sei ainda descrever em termos fáceis. Qualquer pessoa que frequente um desses ambientes não vai sair dali como entrou", contou. Aos descrentes, ele comparou: "nós não estamos cavocando (sic) o solo de Marte, fotografando asteroides? Esses são os nossos discos voadores. Só que os deles são muito mais avançados", disse.

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O estranho incidente dos OVNIs, o míssil e a grande cruz luminosa

Ocorreu no Cazaquistão, ex-república soviética em 13 de março de 2011, durante uma rotina de teste de mísseis balísticos pelo exército russo. O míssil foi dirigido a um alvo em um campo militar e a operação estava em andamento como muitas outras. Mas algo inesperado aconteceu, impossível, tão tremendamente espetacular que seria lembrado por décadas como parte do fenômeno UFO. De repente apareceram objetos luminosos e alteraram o curso do míssil para se expandir e cair lentamente.

Fonte: ufopoliscom