terça-feira, 23 de setembro de 2014

Notícias de Marte

Traduzido e adaptado por Marcos Ancillotti

18/09/2014

Essas duas estruturas incomuns foram descobertas esta semana em uma foto de Marte. Uma mostra uma escultura em pedra com quatro botões nela. A outra é uma pedra tumular inclinada. O túmulo tem um ângulo perfeito em sua parte inferior direita e nos cantos superiores. Esta é uma das fantásticas descobertas arqueológicas que a NASA como sempre irá ignorar. A NASA não se importa com a opinião das pessoas, e o que vale é a dela. Se eles querem mostrar que se importam, eles iriam investigar esses objetos com mais seriedade e permitir que algum arqueólogo de alguma Universidade, tivesse uma palavra a dizer sobre isso.. O rover não está lá para fazer novas descobertas arqueológicas, e sim, manter o público curioso, “sem nenhuma informação a respeito”(sic).

Link da foto:

http://mars.jpl.nasa.gov/msl-raw-images/msss/00753/mcam/0753ML0032370000400001E01_DXXX.jpg

Imagem: Nasa

Fonte: UFO SIGHTINGS DAILY

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Montes Urais são principal destino de ufólogos na Rússia

13/09/2014 Dária Kézina, especial para Gazeta Russa

Região possui mais de 50 pontos com registros de atividades anormais e relatos de aparecimento de óvnis.

Montes Urais são principal destino de ufólogos na Rússia

O mapa dos montes Urais possui mais de 50 pontos com registros de atividades anômalas Foto: karpukhins.livejournal.com

Os montes Urais, a região serrana mais antiga do nosso planeta, são famosos não apenas pela natureza exótica, que se estende por uma área de 2.000 quilômetros do norte ao sul da parte central da Rússia, mas também por um número surpreendente de eventos inexplicáveis e casos de aparecimento de óvnis.

O mapa dos montes Urais possui mais de 50 pontos com registros de atividades anômalas espalhadas pelas regiões Norte, Central, Sul, Polar e Pripoliárni. Os ufólogos acreditam que além dos matagais e locais de proteção ambiental fechados ao acesso de turistas, os eventos inexplicáveis podem ser observados próximo ou até dentro dos povoados da região. Os russos conhecem centenas de casos de aparecimento de óvnis de vários tipos, em forma de cigarros, pirâmides, esferas e discos, observados pelos moradores locais e por visitantes.

O primeiro caso conhecido refere-se ao "encontro com os alienígenas" registrado na região dos Urais no século 18, época marcada pelo rápido crescimento da indústria de mineração na região. O aparecimento de bolas de fogo de origem desconhecida causou pânico entre os trabalhadores locais, segundo relatos da época.

Foto: karpukhins.livejournal.com

Algumas fontes de informação, baseadas nos materiais dos arquivos da Comissão de Meteoritos da Academia de Ciências da União Soviética, contam a história da explosão de um óvni em forma de cigarro testemunhada em 1927 pelos moradores da cidade de Karpinsk, localizada na região dos montes Urais.

A maior queda de óvni registada nos Urais aconteceu em 1980 no distrito Verkhotúrski da unidade federativa de Sverdlovsk, entre os povoados Likhanova, Glazunovka, Kosolomanka e Karélino, e é considerada também o maior evento inexplicável ocorrido ao longo da existência da União Soviética. Segundo relatos, no final de uma noite, os complexos de defesa antiaérea detectaram três ou quatro objetos não identificados e em seguida derrubaram um deles, um enorme disco com diâmetro de aproximadamente 26 metros e altura de 5 metros, contendo duas criaturas desconhecidas.

De acordo com informações fornecidas por ufólogos da cidade de Perm, o ano de 1989 foi marcado pelo surgimento de mais um óvni em forma de disco, com uma aparência semelhante a um cogumelo gigante e um diâmetro de 12 metros, que caiu em um pântano localizado no campo de treinamentos militares local.

Foto: x-trail.club.ru

Devido à classificação da maioria dos relatos deste tipo como informações sigilosas, hoje em dia existem poucas dados disponíveis sobre o assunto, que ao serem constantemente repassados já viraram hipóteses e boatos. Veja abaixo algumas das áreas mais místicas dos montes Urais.

Triângulo de Molebka

A Zona Anômala de Perm, também conhecida como Triângulo de Molebka, é a área com atividade anômala mais intensa em todo o território russo. Ela foi descoberta há 30 anos e encontra-se na divisão entre Perm e a unidade federativa de Sverdlovsk, a 10 quilômetros do povoado de Molebka, fundado em 1787. O local místico posicionado no ponto de encontro dos rios Silva e Molebka conta com um território de 70 quilômetros quadrados, que em grande parte abriga matagais e florestas de difícil acesso.

Foto: x-trail.club.ru

O povoado de Molebka ficou famoso em outubro de 1983 devido ao aparecimento de uma luz de origem desconhecida sobre a floresta e de uma marca estranha com diâmetro de 62 metros que surgiu em um campo recém-lavrado e foi registrada pelo geólogo Emil Batchurin, morador da cidade de Perm. No entanto, o local foi considerado anômalo muito antes do aparecimento dessa luz. De acordo com algumas informações oficiais, o aparecimento de objetos voadores e a ocorrência de eventos anormais foram testemunhados na década de 1830 por camponeses, quando ainda não existia nenhuma explicação lógica que esclarecesse a incapacidade de alguns caçadores experientes de sair de uma área de 49 quilômetros quadrados ao longo de várias semanas.

As testemunhas dos eventos inexplicáveis ocorridos neste "parque de óvnis" confirmam as atividades anômalas citando uma lista de vestígios que incluem relâmpagos e flashes coloridos, objetos voadores iluminados, vozes de origem desconhecida, sensação de presença de algo estranho, dores de cabeça, febre súbita e sensação de pavor, entre outros.

Apesar da existência de uma explicação lógica apresentada pelos cientistas, que relaciona os eventos paranormais observados na região de Molebka às alterações do campo magnético pela correnteza do rio Silva, que cerca o triângulo misterioso, ninguém consegue encontrar um motivo para o aparecimento dos objetos voadores que continuam sendo observados no local.

Foto: club.photo.ru

Alguns moradores de Molebka oferecem serviços de guia nos passeios turísticos pelos pontos mais marcantes da região. Para mais informações, acesse: http://molebka.ru/

Parque nacional Ilmenski

Além da natureza deslumbrante, o parque nacional mineralógico Ilmenski é conhecido pelo fenômeno dos "buracos sem fundo". Nos barrancos e fossos que preenchem o declive que faz fronteira com a cidade de Miass, não é difícil notar buracos muito profundos de apenas 15 centímetros de diâmetro. Na opinião dos ufólogos, eles foram criados por alienígenas exploradores dos recursos naturais enterrados no território do parque. Para mais informações, acesse: http://ilmeny.ru/

Cadeia de montanhas Taganai

É um dos lugares mais lindos da região dos Urais, dominado por rochas, lagos, tundra serrana, florestas selvagens de taiga, fontes cristalinas e rios correndo entre as pedras. O local faz parte do parque nacional da cadeia de montanhas Taganai, na região Ural do Sul, e encontra-se próximo à margem nordestina da cidade de Zlatoust. Os turistas são aconselhados a realizar os passeios à Taganai apenas acompanhados por um guia experiente.

Foto: positime.ru

Existem relatos de aparecimento de óvnis, “bolas de energia”, fantasmas e colunas de luz da origem desconhecida, entre outros fenômenos ocorridos no local.

A serra de Urenga e a região do povoado de Veselovka são famosos pelo frequente surgimento de relâmpagos e bolas de plasma que aparecem nos mesmos lugares, se movimentam e permanecem por longos períodos de tempo. Os eventos desse tipo geralmente ocorrem em locais com baixa resistência do solo, o que indica a presença de depósitos de metal ou fontes subterrâneas.

Foto: Lori Images, Legion Media

Não é raro que turistas que visitam esses lugares tenham o funcionamento de celulares e câmeras fotográficas prejudicado devido às características peculiares da interferência magnética originada das rachaduras entre as placas tectônicas, que também explicam a maioria dos fenômenos ocorridos nas suas proximidades.

Fonte: http://br.rbth.com/

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Durante tempestade em Houston centenas de pessoas flagram óvnis parando sobre localização centro da Nasa

Às vezes, eventos isolados de supostas imagens de óvnis causam furor nas redes sociais e em sites que abordam este tipo de questão. Em sua maioria, os fenômenoscaem no descrédito, pois acabam como meros acontecimentos avistados por uma ou outra pessoa. Contudo, imagine o que acontece quando centenas de moradores são testemunhas de um único evento ao mesmo tempo. Foi isso o que aconteceu durante uma tempestade na última semana em Houston, no Texas, ocasião em que uma enxurrada de fotos e vídeos invadiram a internet com supostas imagens de óvnis. Nos flagras aparecem luzes coloridas piscando, em forma de círculos, em intenso movimento no céu. 

Algumas das melhores cenas foram gravadas pelo músico Andrew Pena, de Houston. Ele registrou as intrigantes imagens quando estava na rodovia interestadual 45. E o mais interessante de tudo isso é que as cenas foram gravadas a somente 20 quilômetros de distância do Centro Espacial Johnson, o que levou muitos a acreditar que, na verdade, tudo não passou de algum teste de um novo “brinquedo” da NASA, um "disco voador supersônico" lançado, originalmente, do Havaí em 28 de junho.

O dispositivo, chamado oficialmente de Desacelerador Supersônico de Baixa Densidade, serviria para garantir o pouso seguro de naves e sondas espaciais em outros planetas, como Marte. Algumas outras teorias para explicar o fato são mais terrenas, como um balão meteorológico, o reflexo de uma luz de rua, luzes de um estádio ou um drone. A NASA, até o momento, não se pronunciou sobre os acontecimentos.

 

Fonte: http://seuhistory.com/noticias

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

A vida extraterrestre sob o gelo da Antártica

Um grupo de cientistas descobriu um ecossistema microbiano em um lago sem luz na Antártica. Os organismos encontrados servem de modelos para aqueles que podem existir fora da Terra

A península Antártica, fotografada pela NASA. Sob o gelo, mesmo sem luz, há milhares de formas de vida (Foto: NASA)

A península Antártica, fotografada pela NASA. Sob o gelo, mesmo sem luz, há milhares de formas de vida (Foto: NASA)

Mesmo sendo o ambiente mais frio – e um dos mais  inóspitos – do globo, a Antártica pulula de vida. Centenas de micróbios se digladiam na superfície e interior das geleiras. Sob a grossa camada de gelo, no entanto, a luz do Sol não penetra há milhões de anos. Por isso, até agora, os cientistas acreditaram que a vida não existisse longe da superfície. Uma nova pesquisa mostrou que, sob as grossas camadas de gelo, há um rico ecossistema microbiano.
De acordo com um estudo publicado na revista Nature, um grupo de cientistas conseguiu extrair vida microbiana no Lago Williams, localizado 800 metros abaixo da superfície gelada no oeste da Antártica. A descoberta foi celebrada como um avanço nas pesquisas sobre os ecossistemas polares. E foi apontada também como um avanço no campo da astrobiologia – a ciência que especula em que condições podem existir  formas de vida fora da Terra.

Nas últimas décadas, a ciência descobriu que a vida é extremamente versátil – pode ocorrer em ambientes e condições improváveis. Da água superquente no fundo do oceano às cavernas geladas e submersas da Groenlândia. A existência de vida nos lagos da Antartica, segundo os cientistas, sugere que a vida pode surgir mesmo em ambientes fora da Terra aparentemente inabitáveis.
Os micróbios encontrados no lago Williams se alimentam de minerais. A descoberta levanta uma questão: “Os micróbios podem consumir rochas sob a superfície de gelo em lugares como Marte?”,escreveu na Nature o geoquímico Martyn Trater, da Universidade de Bristol. Trater não participou da pesquisa.
As cerca de 4 mil espécies de micro-organismos identificados no lago Williams são quimioautótrofos: em lugar de tirar energia da luz ou de se alimentar de outros animais, eles consomem minerais dissolvidos na água, como nitritos, ferro e compostos de enxofre. Dada a sua capacidade de sobreviver sem luz ou fontes orgânicas de energia, esses organismos podem ser um modelo de vida capaz de resistir nos lagos gelados de Europa, uma das luas de Júpiter.
Pesquisas anteriores já haviam encontrado vida sob o gelo da Antártica. Seus resultados foram postos em dúvida, no entanto, porque as amostras coletadas foram contaminadas. Para evitar que o mesmo voltasse a acontecer, os cientistas desse novo trabalho usaram água quente purificada para penetrar o gelo. O calor bastou para matar qualquer micróbio da superfície que tentasse se aventurar em meio às amostras. A água usada para perfurar o gelo foi filtrada, irradiada com raios ultravioletas e aquecida a 90°C.
Os cientistas tentarão, agora, tentar entender melhor como funcionam as interações dessas formas de vida. Em janeiro, retornarão ao Lago Williams para tentar encontrar, em outro ponto, novos e diferentes organismos.

Fonte: http://epoca.globo.com/vida/noticia/2014/08/vida-extraterrestre-sob-o-gelo-da-bantarticab.html

Osso fotografado em Marte?

Uma imagem captada pela sonda Curiosity, no passado dia 14 de agosto, veio relançar a discussão da existência de vida extraterrestre no planeta Marte. Na fotografia é possível ver algo parecido com um fémure, nas redes sociais, tal como blogues de apaixonados pelo tema, já circula a teoria de que esta é a prova da existência de extraterrestres.
A imagem
inicialmente divulgada por um blogue da especialidade e, depois, por vários órgãos de comunicação social, tornou-se em poucos dias viral na Internet.
O fato da fotografia ter sido tirada pela sonda Curiosity e ser propriedade da NASA, confere credibilidade à mesma. Recorde-se que a sonda aterrou em Marte em agosto de 2012 e, desde então, este veículo não tripulado, equipado com câmaras e instrumentos de perfuração, tem explorado a superfície de Marte.
No início do ano foi também fotografado pela sonda umas luzes e, na altura, a NASA afastou a hipótese de os reflexos de luz no horizonte, que também motivou o interesse de entusiastas de OVNI,
fossem sinais de vida alienígena.

Será o osso de um extraterrestre? (NASA)

Fonte: http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia